sexta-feira, 5 de março de 2010

O início...

Missão impossível: Iniciar um blog...
Não sei nem por onde começar...dizem que é bom pelo começo...começo do quê? Meus pais casaram; transaram e eu nasci...fui meio inconveniente, sei...nasci véspera de Natal. Coitada da minha mãe! Passou a ceia de natal no hospital...era para eu nascer antes, mas como eu quis aparecer, lutei até os ultimos minutos para nascer no mesmo dia que Jesus! Não consegui...gosto de pensar que eu sou um presente na vida dos meus pais...rsrsrs - me pego rindo da minha própria pieguice...
Minha infância foi tranquila: Reinei absoluta até aos quase 5 anos. Perdi o trono quando o meu irmão apareceu...Nasci na melhor época, os anos 80. Tive boa educação musical; enquanto as crianças ouvia a Xuxa, eu arrasava no palco imaginário com as músicas do Chico...imaginou uma criança de 6 anos cantando os números da Ópera do Malandro:"o meu amor, tem um jeito manso que é só seu/ que me deixa maluca/ quando me roça a nuca e quase me machuca com a barba mal feita/ e de pousar as coxas entre as minha coxas quando ele se deita..." rssrsrs pois é...cantei muito!! Isso não quer dizer que no auge da minha aborrecência eu não escutei musicas de melodia dispensável e rima digna de frases de caminhão, mas todo mundo tem seu momento trash e o meu foi esse...
Desde sempre, fiz alguns amigos...não digo muitos, pois prefiro qualidade a quantidade. Sempre muito comunicativa, porém ganhar a minha confiança, até hoje, leva a tempo...Agora, sempre fui de falar pelos cotovelos, sempre gostei de rir, de filmes água-com-açúcar com amores pré-fabricados, idéias criativas, sonhos estimulantes e de pensar que a vida me reserva algo maravilhoso no futuro...E essa esperança nos move...aliás, me move.
Cruzei com pessoas especiais; com outras nem tanto, mas que contribuiram com a minha formação de alguma forma. Me policio para ser uma pessoa melhor a cada dia. Gosto de respeitar as pessoas, pois sei que assim elas me respeitam. E nesses 29 anos de vida, só sinto falta de uma coisa: Nunca tive um amor de verdade, nenhuma paixão arrebatadora...aliás a verdade é que nunca sai de mim mesma para me perder no outro, ou seja me perder naquilo que imagino do outro...complicado? Não sei...a verdade é que sempre fui muito realista para acreditar em "você é a razão do meu viver", "não consigo me imaginar sem você"...coisas do gênero....e ainda por cima, ouvi de alguém que eu intimido...será?
Sei que ainda tenho muito que viver, muito que aprender, muito que ensinar...só tenho certeza de uma coisa: a minha essência permanecerá intacta, pois sou o que sou e ninguém poderá me mudar; pode acrescentar, mas me mudar, nunca! Podem ficar certos disso!

Um comentário:

Papel, lápis, borracha disse...

Também foi uma tarefa complicada para mim dar início ao blog. Não se sabe bem o que deve ser passado aos leitores. As primeiras linhas são muito trabalhosas, mas depois torna-se natural. Acertou em cheio em sua postagem introdutória.